domingo, 30 de agosto de 2009

ALFABETIZAÇÃO EM PROCESSO

Este Texto foi construido coletivamente na aula de Processo de Alfabetização da professora Maria Alexandra. Dos textos produzidos durante o 2º semestre de 2006 foi editado um livro, este livro tem o nome deste texto e estas fotos são do DIA DO LANÇAMENTO OFICIAL DO LIVRO.




























A casa

Uma construção (desconstrução) coletiva

Por: Rogério Furtado Magalhães, Gabriella Nascimento, Luis Fernando, Carlos Lima, Sérgio Lopes e Mariana Soares

Essa casa é a casa da palavra, não perceberam?
A casa (a palavra) é do jeito que quisermos. Do jeito que imaginamos...Imagina então, uma casa fantasia...
Minha casa está fugindo, correndo de mim, assustada.
Casa???Casamento. Casualidade. Cassiopéia.
A casa anda conforme o som da minha voz.
Quando cai, a voz, a foz, a casa grande; quando cai, sempre cai a casa da palavra, sem alicerce, é uma vontade estranha de esconder, agrupar, centralizar e ocultar.
Casa convida, casa recebe. Casa se abre em infinitas janelas emolduradas de madeira, com flores nos vasos.
A porta da casa é a serventia do meu amor.
A minha casa é só minha faço dela o que eu quiser. Se quiser fazer parte dela é só ser minha mulher.
Disse Cabral: Que a mulher é como uma casa, ele fala da varanda e da cozinha; e o Cabral aqui não é português, mas o Cabral nordestino, o de Melo Neto.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

AS AVENTURAS DE WILLIAN WALLACE E SEUS FIÉIS CAVALEIROS PELAS CAMPINAS DE SAINT PAUL...

Thiago e Marquinhos

Mais uma noite se aproxima... Depois de mais uma noite de labuta desbravando as campinas de Saint Paul, Sir Willian Wallace seus fiéis cavaleiros chegam a esta cidade mais perdidos que nunca e procura se ambientar em qualquer canto que encontram. Sir Wallace desce de seu cavalo arredio que ele coloca no estaleiro com toda a destreza chega imponente no bodega e lá pede bebidas para todo o mundo...


Após uma noite de bebedeiras, mulheres, farras, orgias, oferendas a Deus Baco (das bancantes), nosso glorioso herói parte para mais uma longa jornada noite adentro, dia afora a procura de seu objetivo. Qual objetivo? Isto é assunto para os próximos capítulos das venturas de...

AS AVENTURAS DE WILLIAN WALLACE E SEUS FIÉIS CAVALEIROS PELAS CAMPINAS DE SAINT PAUL


Depois de ler isso você pode até pensar ser mais um roteiro mirabolante criado por mim agora por não ter o que fazer, mas saiba: TUDO ISSO ACONTECEU DE VERDADE!!!


Qualquer coisa pergunte a Sir Willian Wallace ou a alguns de seus fiéis cavaleiros quais e como foram aquelas aventuras. A cara de surpresa de seus habitantes ao vê-los passar. A impressão que eles deixaram por lá, a ponto de até pagarem bebidas a eles para vê-los repetí-los tais proezas, rs.

Obs: Eu era um dos cavaleiros, os demais eram Marquinho, Thiago e Alisson. Maiores explicações perguntem a eles como foram estas aventuras nas Campinas de Saint Paul...


Cavaleiros Do Céu

Milton Nascimento

Composição: Stan Jones / Haroldo Barbosa

Vaqueiro do Arizona, desordeiro e beberrão
Corria em seu cavalo pela noite no sertão
No céu, porém, a noite ficou rubra num clarão
E viu passar num fogaréu um rebanho no céu
Y-pi-a-ê, y-pi-a-ô, correndo pelo céu

A rubras ferraduras punham brasas pelo ar
E os touros como fogo galopavam sem cessar
E atrás vinham vaqueiros como loucos a gritar
Vermelhos a queimar também, galopando pro além
Y-pi-a-ê, y-pi-a-ô, seguindo para o além

Centelhas nos seus olhos e o suor a escorrer
Sentindo o desespero da boiada se perder
Chorando a maldição de condenados a viver
A perseguir, correndo ao léu, um rebanho no céu
Y-pi-a-ê, y-pi-a-ô, correndo pelo céu

Um dos vaqueiros, ao passar, gritou dizendo assim:
"Cuidado, companheiro, ou tu virás prá onde eu vi
Se não mudas de vida tu terás o mesmo fi
Querer pegar no fogaréu um rebanho no céu"
Y-pi-a-ê, y-pi-a-ô, correndo pelo céu

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

ESTA TARDE... (POR GABRIELLA NASCIMENTO)


EM BRASÍLIA 18 HORAS...



Foto antiga pra simbolizar algumas coisas:

Simplesmente porque antes de ontem eu vi o Por do Sol mais lindo que eu ja vi em toda a minha reles existencia (nao, repito, nao foi esse da foto!)

Porque, ao conteplar o por do sol de uma quarta feira comum, e ele ser o PDS mais lindo que ja existiu, me senti meio melancolica por nao ter com quem dividir aquele momento, por nao ter com quem comentar...

Porque, ao ver o sol se pondo antes de ontem, de dentro do carro enquanto voltava pra casa, me senti muito feliz e grata por poder ver tamanha beleza, e poder guardar toda aquela beleza pra mim, como um segredo meu com Deus e sua criaçao mais perfeita, o céu de Brasilia!

Porque acho que aprendi de uma vez que a rapoza estava mais que certa em querer tanto ser cativada, mesmo depois o principezinho indo embora e deixando-a aos prantos. Porque o Principe vai, mas o brilho dourado dos campos de trigo permanece.

Porque eu tenho a certesa de ter um anjo da guarda, que envia pessoas de carne e osso para me ajudar naquele momento de crise, durante aquela crise de choro contida ha tempos... Essa pessoa aparece, nem que seja a distancia, nem que seja pra dizer que queria estar comigo pra me dar o abraço que eu preciso... Nem que seja pra mandar o abraço via pensamento, e assim me fazer dormir em paz.

Porque a vida é muito linda, por momentos como esses, de por do sol. Por momentos como aquele, da tristeza, onde um amigo aparece pra me fazer lembrar o quanto eu sou querida. Por momentos como aquele outro, em que tres amigos almoçam juntos no restaurante. Ou como aquele em que duas amigas conversam tranquilamente na porta do trabalho de uma delas (durante o expediente!rs). Ou como aquele em que o irmaozinho mais novo abre a porta do quarto, entra correndo e sorrindo, pula pra cima da cama, da um abraço apertado na irma mais velha, um beijo, e diz "Sabia que você é muito linda? Te amo!", e sai, sem saber que essa demostraçao de carinho nao é uma pratica muito comum das pessoas grandes.

É tudo isso o que me importa de verdade agora. É a beleza do céu, da amizade, do amor (seja ele entre irmãos, ou entre amigos, ou entre "homem e mulher", correspondido ou nao!), da sinceridade e afeto da criança... O resto é complemento.

Gabriella Nascimento (durante o 05° semestre)

Publicado em: http://www.fotolog.com.br/bibica_assim/15298507

Esta Tarde

Os Paralamas Do Sucesso

Alguma invenção
Que faça o tempo parar esta tarde

Quando se for o sol
Que a luz desse dia nunca acabe


Esteja sempre perto, sempre longe dos covardes

O errado e o certo, pra ter raiva e ter piedade
Arcos de toda cor vão escrever teu nome
Na paisagem
Te levo pela mão

E o viajar já é mais que a viagem


Obs: Esta é a música do paralamas que eu mais gosto (das várias que eu gosto), e todas as pessoas que estão neste clipe são parentes ou pessoas que se envolveram em algum momento no "longo caminho" da carreira dos paralamas.
A todos aqueles que eram da turma vespertina da pedagogia e contemplaram este por do sol, que retornava comigo a pé a rodoviária as 18 horas da tarde e a quem gostar desta música e se sentir fazendo parte deste texto da Gabi, esta música é para vocês.

sábado, 22 de agosto de 2009

VOU FESTEJAR!!! (COMEMORANDO O 100° POST DO BLOG)



Comemorando o 100° post deste blog e início do (talvez) último semestre meu como aluno de graduação da UnB, resolvi postar uma música que marcou muito minha vida e também alguns momentos da minha graduação. A música em questão é Vou Festejar de Jorge Aragão. Mesmo sabendo que a letra da música se trata de uma vingança (descobri isso há não muito tempo), mesmo assim a alegria do ritmo e a energia que contagia que nela está inerente, faz com que eu escolha um post somente a ela. Aliás, se eu tivesse poder de escolha sobre como será a formatura, eu escolheria como música a se tocar ao fim da colação de grau esta música na versão de Jorge Aragão com Beth Carvalho.

Ela me marcou em vários momentos na UnB, primeiro porque uma semana depois de iniciada a greve da UNB de 2005, houve um show de Beth Carvalho que seria em horário de aula, com a greve eu pude ir e presenciar o show (além de assitir na área vip, se me lembro bem, caso único em shows que assisti). Dois meses depois quando eu fui apresentar pela primeira vez meu trabalho em pesquisa em BH, era a música que mais houvia nas festas (conta o fato de eu sempre ir a rodas de samba, rs). No ano seguinte retornei a Minas e fui a gravação de um DVD de samba e que o clímax do show era a música Vou Festejar (que vim descobrir posteriormente que se tratava do segundo hino do Atlético Mineiro).

No dia seguinte, fui ao Mineirão pela primeira vez assistir a um jogo do Vasco ao vivo, duas semanas depois o Atlético retornava a série A com uma multidão de mais de 70 mil pessoas cantando em coro com Beth Carvalho puxando o coro do meio de campo. Quando eu cheguei em Brasília extasiado com o que havia presenciado disse ao luis que ainda iria a um encontro estudantil com ele e que ainda o levaria a uma roda de samba e cantaria Vou Festejar. Dito e feito. Enepe de Vitória, lá estávamos numa das festas organizadas com a presença de uma escola de samba local e cantando advinha que música?

Muitas músicas me marcaram, mas se tivesse realmente que escolher uma música para fechar com chave de ouro minha graduação, seria esta música com certeza!!!

Corrigindo uma informação: Eu assisti a um outro show em área vip quando eu, a Karen e Uiara, amiga da Gabi, invadimos a área vip do Giraffestival, rs.

CLUBE DA ESQUINA II - EM ALGUMA ESQUINA DA SAVASSI - BH ...

ADRIANA CAMILO, GABRIELA, ROGÉRIO, CLEITON, AKIRA, BRUNO

Em um bar de esquina da Savassi sob um sereno frio de 11 graus de Belo Horizonte, NOVEMBRO DE 2005.


"Porque se chamavam homens
Também se chamavam sonhos

E sonhos não envelhecem.
E lá se vai mais um dia"


Clube da Esquina ll

Milton Nascimento

Composição: Milton Nascimento / Lô Borges

Porque se chamava moço
Também se chamava estrada
Viagem de ventania
Nem se lembra se olhou pra trás
Ao primeiro passo, asso, asso
Asso, asso, asso, asso, asso, asso

Porque se chamavam homens
Também se chamavam sonhos
E sonhos não envelhecem
Em meio a tantos gases lacrimogênios
Ficam calmos, calmos
Calmos, calmos, calmos

E lá se vai mais um dia


E basta contar compasso
E basta contar consigo
Que a chama não tem pavio
De tudo se faz canção
E o coração na curva
De um rio, rio, rio, rio, rio

E lá se vai...
E lá se vai...
E o rio de asfalto e gente
Entorna pelas ladeiras
Entope o meio-fio
Esquina mais de um milhão
Quero ver então a gente, gente
Gente, gente, gente, gente, gente

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

JOSIANE RIBEIRO


O Que É, O Que É?

Gonzaguinha

Composição: Gonzaguinha

Eu fico
Com a pureza
Da resposta das crianças
É a vida, é bonita
E é bonita...

Viver!
E não ter a vergonha
De ser feliz
Cantar e cantar e cantar
A beleza de ser
Um eterno aprendiz...

Ah meu Deus!
Eu sei, eu sei
Que a vida devia ser
Bem melhor e será
Mas isso não impede
Que eu repita
É bonita, é bonita
E é bonita...

E a vida!
E a vida o que é?
Diga lá, meu irmão
Ela é a batida
De um coração
Ela é uma doce ilusão
Hê! Hô!...

E a vida
Ela é maravilha
Ou é sofrimento?
Ela é alegria
Ou lamento?
O que é? O que é?
Meu irmão...

Há quem fale
Que a vida da gente
É um nada no mundo
É uma gota, é um tempo
Que nem dá um segundo...

Há quem fale
Que é um divino
Mistério profundo
É o sopro do criador
Numa atitude repleta de amor...

Você diz que é luxo e prazer
Ele diz que a vida é viver
Ela diz que melhor é morrer
Pois amada não é
E o verbo é sofrer...

Eu só sei que confio na moça
E na moça eu ponho a força da fé
Somos nós que fazemos a vida
Como der, ou puder, ou quiser...

Sempre desejada
Por mais que esteja errada
Ninguém quer a morte
Só saúde e sorte...

E a pergunta roda
E a cabeça agita
Eu fico com a pureza
Da resposta das crianças
É a vida, é bonita
E é bonita...

RECADO PARA PAOLLA

Este é uma homenagem que presto a uma amiga distante. Não só eu, mas sua banda preferida lhe desejando boas novas e boas vindas, BOA SORTE (você sabe quem se trata).

Espero ter cumprindo meu papel de amigo e agradeço pela força que me faz passar (vencendo minha timidez, pois do contrário este vídeo não seria realizado).

Espero que não caia da caderia não tenha um ataque do coração (acredite, é de verdade). E saiba o que você está sentindo ao ver este vídeo, eu senti estando lá pessoalmente.


SENTE-DIVIRTA-SE-CURTA-(CHORE SE QUISER)-

MAS SAIBA É REAL!!!!



video



Gravado no dia 17/03/2008 no estúdio de ensaio da banda Móveis Coloniais de Acajú (ESTÚDIO 69), para o show Móveis Convida (durante a aula de Educação de Adultos da Angelim).

Link para baixar o Móveis cantando exclusivamente para mim e para Paolla

http://rapidshare.com/files/186552242/02_-_Menina_Mo_a.MPG.html

Brasília, março de 2008

Feliz Páscoa!!!!

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

O CHURRASCO DA PEDAGOGIA


O primeiro churrasco ninguém esquece. Pelo menos na FE (algumas pessoas) já esqueceram. Aconteceu no primeiro semestre de 2005 (onde aliás, aconteceram dois churrascos). Não se tem muitos registros sobre como eram (e se eram) feitos churrascos pelo curso de Pedagogia. Talvez se aconteceram, eram de grupos de amigos que se uniam com o intuito de se divertir, comer, beber e outras coisas mais. Mas não eram do curso, eram destes grupos de amigos.

Nesta década, pelo cronograma de recepção dos calouros, o que acontecia eram "Os churrascos de confraternização" realizado nas ruínas da CEU (Casa do Estudante Universtário). Geralmente era realizado no primeiro sábado do semestre e reunia os calouros da Pedagogia, de Educação Física e seus respectivos veteranos. Na verdade era um grande piquiniqui, mas com o churrasco de intenção. Não sei o número exato de vezes que isso ocorreu, mas sei que os principais convidados (os calouros) não compareciam. Aliás, poucos. Eu mesmo não compareci ao do meu semestre. Que eu saiba, apareceram 14 pessoas e desde então nunca mais foi realizado.

02° Churrasco da Pedagogia de 2005

No primeiro semestre de 2005 resolveram então mudar de estratégia. A idéia contiuava a mesma. A primeira grande mudança foi conseguir uma casa no Park Way. Do mais continuava o que já acontecia. O valor cobrado era 10 reais antecipadamente (15 na hora). Fez tanto sucesso que ao final daquele semestre foi programado outro churrasco. No mesmo local, mesma estrutura e ambições maiores. Propaganda maciça. Quem não foi na primeira, agora qeuira ir para saber o que comentavam da vez anterior. Entradas esgotadas.

Fui convidado pela Gabriella a acompanhá-la, mas preferi com o dinheiro de comprar a entrada, comprar um disco raro do Elvis Presley. Refletindo: O churrasco durou algumas horas e se passaram praticamente 04 anos dele. O disco do Elvis até hoje está comigo. Gabi até hoje é minha amiga (embora fique indignada até hoje de eu tê-la trocado por um disco do Elvis).

01° Churrasco da Pedagogia

Na segunda feira seguinte só se ouvia comentários pelos corredores da FE. Que ficou com quem, quem bebeu até cair, além de inúmeras histórias inusitadas (que nunca faltam em eventos como esses). Até o 04° churrasco(2006) ainda era possível numerar a quantidade de vezes que fo realizado. Em 2007, o churrasco se transformou em choopada (lê-se chupada). E em 2008, houve o Contagia, o churrasco da Ciencia Contábeis com a Pedagogia.

01° Churrasco da Pedagogia

Fotos: Gabriella Nascimento

IMPRESSÕES DE SEU PRIMEIRO DIA DE AULA POR KAREN


YES! aula...

Quer dizer.... NO! aula...

uiahuiahauihaiuhauiahauihaui

Sim eu estava com saudades...
Saudades de perder o baú chegando na parada... (Sim! hj eu perdi! =P)
Saudades do engarrafamento do Colorado...
Saudades dessa faculdade onde só tem maluco...
Saudades desses malucos...

É... eu vou ter muito tempo pra matar a saudade pq hj é só o primeiro dia...

E um dia que já começou na picaretagem!
iauhaiuhauihaiuahaiuhaiuha

Primeira aula: Didática. Chego atrasada, perco a explicação da professora, vejo um aviso no quadro:"devido a problemas de saúde, retomaremos as aulas na próxima segunda-feira." Pow professora! assim naum dá pra ser séria! Ainda mais numa turma onde eu só vi HOMENS! uiahauihaiuhaiuahiuah Meu Deus... o que será de mim nessa matéria einh????? iuahaiuhaiuhaiuahiuahaiuhauiahiuahaiuh
Assinei a chamada e saí fora!

Segunda aula: Processo de Alfabetização. Só a máfia! iuahiauhaiuhaiuahiuahaiuhaiuah Sim, saiu todo mundo junto! Imagina a bagaceira que vai ser essa matéria! só a farofa! Pessoas que passam o semestre todo sem fazer NADA e ainda conseguem passar com SS.... iauhiauhaiuhaiuahiuahaiuhaiuah
Sim! eu to no bolo! iuahaiuhaiuhaiuhaiuahiuahiauhaiuah

É... eu to vendo que eu nunca vo conseguir cursar um único semestre séria...
iuhaiuahiauhaiuhaiuahiuahaiuahiuahauihauiah
Então... vamu avacalhar!!!!


É nóis!




AMO MUITO TUDO ISSO!

Karenzinha

01° dia de aula do 02° semestre de 2005

domingo, 16 de agosto de 2009

APRESENTAÇÃO ARTÍSTICA - RECEPÇÃO DOS CALOUROS - PARTE 01



















Ao violão: Boi (instrumentista oficial da FE)
Voz: Dimitri
Coro (seguindo sequencia da fotografia): Renata, João Gabriel, Vânia, Lucas, Aline, José Orlando, Josiane, Mônica, Rogério, Aracy, Fernando, Laís, Willys, Julia, Renato, Ana Paula, Luis Fernando e Rafinha
Foto: Gabriella Nascimento


Na primeira fase das recepções de calouros, a atividade que mais chamava a atenção era a apresentação artística. Ela consistia em veteranos que se apresentava aos calouros cantando alguma música, recitando poesias ou representando algo que consistisse em um sentimento que seria vivido pelo calouro nos próximos 04 anos. Geralmente era dividido em 05 blocos e dentro deste bloco todos teriam liberdade para se expressar. Ao violão havia sempre o onipresente Boi, e o Feijão (até o meu semestre).

Ao final era cantada uma música criada por um aluno que se formou ente o 01° semestre de 2004 e o 02° de 2005, para um evento (que até que se prove o contrário) nos deu o único troféu consquistado pela Faculdade de Educação , A CORRIDA DE ORIENTAÇÃO. Esta música era um hino para os calouros porque quem a escutava e ainda por ser a primeira semana de aula, leva esta música como recordação. E pelo menos o coro do refrão era muito lembrado à época. A música se chamava Tio não, Educador (você passou por mim antes de ser doutor). A intenção era que ao final da apresentação artísitica os calouros se sentissem a vontade de apresentar para os veteranos no Sarau e isto era socializado a todos os demais alunos da FE.

No 01° semestre de 2006, com a formatura do Boi, foi ralizado pela última vez esta atividade, porque por mais que fosse ótima e (100% dos alunos adoravam, aliás, a que tinha maior aceitabilidade), não houve multiplicadores. A única pessoa que se disponibilizava a tocar violão com o Boi era Renato Moll que logo depois se desmotivou e assim apartir do 02° semestre por falta de quem tocar nunca mais foi realizado esta atividade.

O pior de tudo isso, a geração que entrou na Faculdade de Educação apartir de 2007, não tem conhecimento desta atividade e não sabe o valor e importancia dela. E isto é levado em consideração no motivo de nunca mais ter sido realizado. Nos dias de hoje, o Sarau que era consequencia da Apresentação artística, hoje virou finalidade, deixando de lado o que o motivava.

Para aqueles que já consideram isto um mito da Faculdade de Educação, aqui está a letra e aqui estão as fotos deste momento que não pode se deixar ser esquecido.


Tio não, Educador!!! (você passou por mim antes de ser doutor)
Autor: Colocarei posteriormente...

Eu me formei, hoje eu sou doutor
Tenho um carro novo e tenho um dinheirão
Minha mulher linda, cheirosa
Leva meu filho a escola e fala:
Tio, está em suas mãos!!!

Porque minha vida agora é passar cartão
e jogar conversa fora no porcão'
(duas frases)
(e ai vem o refrão...)

Refrão
Tio, não educador!!!
Você passou por mim
antes de ser doutor!!!


(se você sabe completar esta música mande contribuições!!!)
Obs: completadas com informações passadas pela gabi.

sábado, 15 de agosto de 2009

SERÁ ESTA A ETERNA REALIDADE DO EDUCADOR NO BRASIL?

Futuro pedagogo de encontro a realidade da educação brasileira... OU NÃO!!!

Crucificados Pelo Sistema

Ratos de Porão e Sepultura

Nascer para liberdade
E crescer para morrer

Crucificados Pelo Sistema

Morrer sem esquecer
O povo que ficou

Crucificados Pelo Sistema



Versão Alternativa: http://www.youtube.com/watch?v=pYhwZxCxqgE

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

A REINAUGURAÇÃO DO CENTRO ACADÊMICO

Em pé: Heldher, Aline, Mônica, Rogério, Ana Paula, Gabriella, Rafael Ayan, Dimitri e Leandro
Agachados: Max, Wanderley "Boi", Fernando e Gabriela

Em pé: Erasto, Rogério, Gabriella, Boi, Vera Catalão, Monica, Inê, Alexandra e Leandro.
Agachados: Conrado, Vania, Heldher, Aline, Fernando, Dimitri, Gabriela, Luis Fernando e Max.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

HELP, I WANT BACK!!!



Help!

The Beatles

Composição: Lennon / McCartney


Help, I need somebody
Help, not just anybody
Help, you know I need someone, help!

Socorro!
Eu preciso de alguém!
Socorro! não qualquer pessoa
Socorro!você sabe que eu preciso de alguém
Socorro!

When I was younger, so much younger than today
I never needed anybody's help in any way
But now these days are gone, I'm not so self assured
Now I find I've changed my mind and opened up the doors

Quando eu era jovem, muito mais jovem que hoje
Eu nunca precisei da ajuda de ninguém em nenhum sentido
E agora estes dias se foram
Eu não sou uma pessoa assim tão segura
Agora eu acho. Eu mudei minha mente e abri as portas

Help me if you can, I'm feeling down
And I do appreciate you being round
Help me, get my feet back on the ground
Won't you please, please, help me

Ajude-me, se você puder, eu me sinto pra baixo
E eu aprecio você estar por perto
Ajude-me, coloque meus pés de volta no chão.
Você não vai, por favor, ajudar-me?

And now my life has changed in oh so many ways
My independence seems to vanish in the haze
But every now and then I feel so insecure
I know that I just need you like I've never done before

E agora minha vida mudou em muitos sentidos
Minha independência parece dissipar-se na neblina
Mas de vez em quando me sinto tão inseguro
Eu sei que preciso de você como nunca precisei antes

Help me if you can, I'm feeling down
And I do appreciate you being round
Help me, get my feet back on the ground
Won't you please, please, help me

Quando eu era jovem, muito mais jovem que hoje
Eu nunca precisei da ajuda de ninguém em nenhum sentido
E agora estes dias se foram
Eu não sou uma pessoa assim tão segura
Agora eu acho. Eu mudei minha mente e abri as portas

When I was younger, so much younger than today
I never needed anybody's help in any way
But now these days are gone, I'm not so self assured
Now I find I've changed my mind and opened up the doors

Ajude-me, se você puder, eu me sinto pra baixo
E eu aprecio você estar por perto
Ajude-me, coloque meus pés de volta no chão.
Você não vai, por favor, por favor ajudar-me, ajudar-me, ajudar-me?

Help me if you can, I'm feeling down
And I do appreciate you being round
Help me, get my feet back on the ground
Won't you please, please, help me, help me, help me, oh





segunda-feira, 10 de agosto de 2009

2004 UMA ODISSÉIA CULTURAL NO RIACHO FUNDO II - O FILME EM QUE FUI DIRETOR

No intervalo entre o resultado do vestibular e o início das aulas na UnB em 2004, houve uma greve de professores. E durante esta greve de professores eu participei de uma oficina de imagem popular onde ao final da oficina teria que produzir um filme de curta metragem sobre o Riacho Fundo II.

Eu produzi o filme curta-metragem "2004 Uma Odisséia Cultural no Riancho Fundo II" que tinha como idéia inicial mostrar a cultura e a falta de cultura de uma cidade satélite e como jovens que não tem oportunidade, procuram a seu modo produzir esta cultura.

Como houve problemas internos com o grupo (a garota que deveria ser a produtora cortou inúmeras cenas devido o nervosismo da garota que fazia a câmera), muitos personagens não quiseram tambem comparecer, 40 minutos foi perdido por ter sido gravado na camera do making of e os problemas de montagem e edição na sala de edição; este filme que era para ser um "filme social" acabou virando um filme "TRASH".

A cena que mais chama a atenção foi gravado num festival da qual eu pude manter contato pela primeira vez com o rock do Riacho Fundo II. A entrevista com a banda Gengivas inflamadas foi tão ilária que ela por si só como as imagens que sobrou poderiam ter dado um filme por si só.

A idéia é que todosos personagens se encontrassem (e quase aconteceu) de se encontrar naquele festival. Porém, o grupo de dança country que foi até lá foi embora antes de se apresentar com medo da represália de tantos rockeiros poderiam fazer. O grupo de rap e de breakers tambem apareceram por lá, mas as imagens ficaram toscas devido a intereferencia da produtora. Até trilha sonora este filme teve, uma cópia só, que eu possuo em CD-r. Com músicas do Podreira e do Gengivas Inflamadas.

Concorreu no Fesival Taguatinga de Cinema ganhando o prêmio de "menção honrosa pelo apoio a cultura". E só não ganhou o prêmio principal, devido não estar nos padrões de um festival. O filme ganhador (editado, montado e não creditado a mim) chegou a passar até na TV Camara.

Aprendi muito como pessoa e como profissional durante aqueles dias e serviu também para ver que ser diretor de cinema tão cedo não quero ser, rsrsrsrrs.

E COM VOCÊS (FINALMENTE) O FILME TRASH QUE DIRIGI


sábado, 8 de agosto de 2009

O SIMBOLO DA SABEDORIA

O simbolo da sabedoria (mostrando que sabe das coisas)

Por que a coruja é o símbolo da sabedoria?

Ela possui olhos adaptados para enxergar no escuro e seu olhar, para os gregos, parecia simbolizar a racionalidade.

Na mitologia grega, a coruja era a mascote da deusa Atena, geralmente relacionada à Lua. Ave noturna, ela possui os olhos adaptados para localizar suas presas sob a fraca luminosidade do luar, não suportando, por isso mesmo, a luz do Sol. Para os antigos gregos, esse olhar tornou as corujas símbolo do conhecimento racional, em oposição ao conhecimento intuitivo. O primeiro tipo de conhecimento vem da reflexão racional sobre os fatos, enquanto a intuição vem da percepção simples e imediata das coisas. Ora, como as corujas se orientam pela reflexão (da luz solar na Lua) e não pela percepção direta (da luz solar), os gregos as associaram ao conhecimento, fruto da reflexão e as sabedoria.

FONTE: Revista Superinteressante.

http://super.abril.com.br/superarquivo/1990/conteudo_111926.shtml

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

A INVASÃO DO AMARELO NA TERRA DO CÉU AZUL


Ipês-amarelos iniciam temporada de floração em Brasília
Ouro em pétalas contrasta com a paisagem que caracteriza a cada vez mais severa seca do cerrado


Correio Brasiliense: Publicação: 07/08/2009 08:01 Atualização: 07/08/2009 09:19

Nesta época do ano, em meio ao tempo seco que tanto incomoda os brasilienses, a paisagem árida do Distrito Federal ganha uma nova coloração. De julho até o mês de setembro, as flores dos ipês-amarelos surgem nas copas das árvores e se mostram bem resistentes à baixa umidade registrada no período. As folhas secas saem de cena e dão lugar à floração que encanta observadores.

O agrônomo Leandro Couto mapeia matrizes:
O agrônomo Leandro Couto mapeia matrizes: "A árvore é muito bonita, não tem como não reparar"

A professora de arborização e paisagismo da Universidade de Brasília Carmen Regina Correia explica que o ipê-amarelo costuma aparecer em todos os biomas brasileiros. Ao todo, há sete espécies nativas do país já catalogadas até hoje. O cerrado abriga três delas: Tabebuia serratifolia, Tabebuia aurea e Tabebuia ochracea, todas da família Bignoniaceae. Para Carmen, além do colorido que os ipês-amarelos conferem à paisagem, eles têm grande importância ecológica. “As flores são chamativas e atraem muitos polinizadores”, diz. Há vários nomes populares —ipê-amarelo-do-cerrado, ipê-caraíba, pau-d’arco — para denominar essas árvores que guardam características semelhantes, como as flores em tons de amarelo e o tronco tortuoso, típico de espécies de cerrado.

Como costuma fazer todos os dias, a bacharel em direito Miriam Siqueira de Paula, 49 anos, moradora da Asa Sul, vestiu uma roupa confortável, calçou um par de tênis e partiu para a rua para fazer uma caminhada. Próximo à Universidade de Brasília (UnB) avistou um ipê-amarelo e não hesitou em comentar: “É muito lindo”. Ela pretende voltar ao local para fotografar a árvore e registrar a bela paisagem. Miriam chegou a Brasília há pouco mais de quatro anos e logo se encantou. “A cidade está sempre florida”.

Ana Carolina Ferreira, 13 anos, é estudante do 8º ano e precisava fazer um trabalho de fotografia para a escola. Passeava de carro com a família, avistou alguns ipês-amarelos na rua e, por sugestão da mãe, desceu do carro e tratou de fotografar as árvores de flores amarelas e vistosas, algumas delas já no chão. “Elas ficam muito bonitas nessa época”, anima-se a estudante, que registrou várias imagens da espécie.

A frentista Alessandra Silvestre da Silva, 30 anos, moradora do Paranoá, sente-se privilegiada com a vista que tem todos os dias. Ela trabalha em um posto de gasolina rodeado de ipês-amarelos. Ao longo do dia, Alessandra se pega olhando para as flores. “As árvores estavam tão secas e sem vida e agora estão assim!”, alegra-se. A frentista conta que muitas pessoas costumam para no local para tirar uma foto.

Plantios
A estudante Ana Carolina Ferreira faz fotos de algumas árvores que colorem a paisagem da UnB - (Carlos Silva/Esp. CB/D.A Press)
A estudante Ana Carolina Ferreira faz fotos de algumas árvores que colorem a paisagem da UnB

Segundo o arquiteto Raimundo Gomes Cordeiro, do Departamento de Parques e Jardins (DPJ) da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), a espécie Tabebuia serratifolia é a mais utilizada na arborização da cidade. “Nos últimos quatro anos, plantamos 32 mil exemplares da árvore. É o nosso carro-chefe”, diz. Cordeiro afirma também que no DF há exemplos da Tabebuia aurea, conhecida como ipê-caraíba, por se adaptarem bem ao solo.

Chefe da Divisão de Implantação de Áreas Verdes do DPJ, Cordeiro explica que, para a cidade ganhar esse colorido que tanto chama a tenção de moradores e visitantes, é preciso mapear o DF. É feito um levantamento em todas as áreas urbanas e parques para determinar as diretrizes do órgão. Entre os meses de novembro e março, período de chuvas, o programa de arborização é executado. “Vamos introduzir o ipê-verde na cidade junto às outras espécies”, revela.

O agrônomo Leandro Ribeiro Couto, 25 anos, trabalha em parceria com o biólogo Bernardo Ramos, 26 anos, no mapeamento de matrizes para a coleta de sementes. Ele pretende percorrer a cidade para a conclusão do estudo. E, enquanto identificava as espécies, aproveitou para destacar a beleza do ipê-amarelo: “A árvore é muito bonita, não tem como não reparar”.

Onde eles estão

Ao longo do Eixão Sul

Lago Norte (próximo à QI 11)

Próximo ao Autódromo Internacional Nelson Piquet

Universidade de Brasília

Setor de Indústria e Abastecimento

Próximo ao Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF)


PARA SABER MAIS
Peculiaridades das espécies

Segundo a professora de arborização e paisagismo, algumas espécies de ipês-amarelos se mostram bem adaptadas a solos mais pobres. No DF, após o período chuvoso, o ipê-amarelo perde todas as folhas. É na época da seca que as flores aparecem. Elas dão origem aos frutos e sementes. A frutificação ocorre entre os meses de setembro e outubro.

Na medicina popular, acredita-se que as folhas, flores e a casca de algumas espécies de ipê-amarelo têm propriedades curativas. A madeira, de alta densidade, é dura e pesada e amplamente empregada na construção civil e na confecção de mobiliário.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

LUANA LIMA


Tropicana (Morena Tropicana)

Alceu Valença

Composição: Alceu Valença / Vicente Barreto

Da manga rosa
Quero gosto e o sumo
Melão maduro, sapoti juá
Jaboticaba teu olhar noturno
Beijo travoso de umbú cajá...

Pele macia
Ai! carne de cajú
Saliva dôce
Dôce mel
Mel de uruçú...

Linda morena
Fruta de vez temporana
Caldo de cana caiana
Vem me desfrutar
Linda morena
Fruta de vez temporana
Caldo de cana caiana
Vou te desfrutar...

Morena Tropicana
Eu quero teu sabor
Ai, ai, ioiô, ioiô...(2x)

AS QUINTAS PEDAGÓGICAS

UM POR DO SOL NO "POR DO SOL"

Toda quinta feira na Faculdade de Educação é sagrado: haverá as Quintas Pedagógicas no bar Por do Sol situado na 408 sul. Mas o que são as Quintas Pedagógicas? As quintas pedagógicas são as reuniões de alunos da Pedagogia após as aulas (alguns nem esperam isso) para desestressar depois de uma semana de aulas tensas. Sempre no PDS (Bar Por do Sol).

Lá é um "point" de encontro de de estudantes da Pedagogia, Cair-Beber-levantar, conversar, trocar idéias, paquerar, arrumar confusão, o que bem entenderem. Pois tudo é motivo para se continuar na próxima quinta-feira. Numa época que estava começando a massificar os celulares, que não existia Orkut e email e msn eram para poucos, as Quintas Pedagógicas era o melhor meio de integração entre os alunos da Pedagogia. Onde os calouros e os veteranos poderiam se relacionar e estreitar as amizades.

Quando eu era calouro as Quintas Pedagógicas já aconteciam e eram já clássicas naquele bar. E era um bar frequentado majoritariamente por pedagogos, uma vez que os demais alunos frequentavam o Postinho da UnB então no seu auge. Raros eram os alunos que fequentavam o PDS, ou só frequentavam quando não tinha mais o Postinho para frequentar.

Mas ao fim de 2004, o Postinho entra em reforma (quase eterna), faz com que a comunidade universitária migrasse em peso aos bares próximos e o bar que mais acolheu estes estudantes foi o PDS. Os anos se passaram, o Postinho demorou uma eternidade para reabrir (o que aconteceu somente em 2008), o Por do Sol passou a ocupar este espaço de ponto de encontro após as aulas da UnB.


Pode parecer incrível, mas em 10 semestres EU NUNCA FUI AO POR DO SOL. Aliás, para dizer que nunca fui, eu fui colar cartaz lá quando trabalhava em um Espaço Cultural e só. Ainda terei mais 06 meses ou 01 ano para poder ir até este bar clássico entre os estudantes de Pedagogia.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

ROSA DE HIROSHIMA

Lembra deste Presépio de Pirenópolis?

Rosa de Hiroshima

Secos & Molhados

Composição: Gerson Conrad / Vinícius de Moraes

Pensem nas crianças mudas,
telepáticas
Pensem nas meninas cegas,
inexatas
Pensem nas mulheres, rotas
alteradas
Pensem nas feridas como rosas
cálidas
Mas! Oh! não se esqueçam da
rosa, da rosa
Da rosa de Hiroshima, a rosa
hereditária
A rosa radioativa, estúpida
inválida
A rosa com cirrose a anti-rosa
atômica
Sem cor, sem perfume, sem rosa
Sem nada

Pirenópolis, dezembro de 2007

CENTRO ACADÊMICO "PEDAGOGIA DO OPRIMIDO" DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO

Antigo Centro Acadêmico "Pedagogia do Oprimido"



Todo curso tem um grupo que o representa. Quem representa o curso de Pedagogia é o Centro Acadêmico “Pedagogia do Oprimido”. Ele foi batizado em 07 de novembro de 1992 com este nome pelo próprio Paulo Freire que lá esteve presente, de acordo com uma inscrição (praticamente apagada) feita na parede de madeira do laboratório de Informática da FE 05.


Por alguns anos, devido a problemas políticos e desmotivação dos seus estudantes, o Centro Acadêmico teve suas atividades suspensas, retornando suas atividades somente no início desta década. Houve uma geração de alunos que apresentaram idéias e projetos a FE e com isso reabriram o Centro Acadêmico como instância política.


Antigo Centro Acadêmico Pedagogia do Oprimido - Subsolo da FE 03


Esta geração reabriu o C.A. no subsolo da FE 03, reativou os trotes pedagógicos na forma da recepção de calouros (com sentido pedagógico), trouxe novamente uma identidade política que antes não havia e trouxe respeito junto às outras representações de cursos da UnB, assim como em outros Estados. Se hoje o Curso de Pedagogia tem seu nome respeitado junto aos demais cursos da UnB e outros Estados (com inúmeros amigos e inimigos ideológicos) foram graças a estas pessoas. Estes nomes ainda ecoam e passeiam pelos cantos e corredores da FE.


Em 2005, este grupo com seus principais nomes se uniram a alguns calouros de 2004/2005 e formaram a chapa única “De encontro à práxis”. Esta chapa representou a UnB no ENEPE 2005-BH e trouxe para Brasília o FONEPE (considerado por muitos, um dos melhores, senão o melhor). A greve de 2005 prejudicou a continuidade da chapa que não tinha muito o que fazer no tempo que ainda restava de gestão. Deu -se tempo de ao menos transferir a sede do Centro Acadêmico para a sala em frente ao Cine Dois Candangos em 09/02/06.


Parte da Chapa "De encontro a práxis" durante uma das reuniões 07/2005

(Chacrinha, Júlia, Heldher, Josiane, Renato Moll, Mônica, Conrado, Boi, Gábi, Lúcia e Alberto)


O ano de 2006 trouxe ao Centro Acadêmico novos ares de mudança e houve duas chapas disputando as eleições. Ganhou a chapa “Paratodos”. Mesmo tendo nomes da antiga chapa (já começavam a se formar o pessoal que representavam a primeira geração do CA), as novas pessoas com outras prioridades em mente (DCE, partidos políticos), deixaram o CA a segundo plano causando uma profunda desmobilização política interna no grupo, o que acarretou ao final da gestão, terminarem somente com 07 membros (não sei exato o número, mas era próximo a isso).



Em 2007, indignados com os rumos tomados com a gestão anterior, desta vez já haviam 03 chapas concorrentes. As eleições realmente conseguiram mobilizar os alunos, alcançando até mesmo quem mesmo não se importava com política estudantil. Em uma disputa muito acirrada ganhou a chapa CHAPA 03: educAÇÃO. E seguiram um ano de uma gestão que transpareciam boa vontade, mas que não conseguiu boa avaliação de seus estudantes. Quando a gestão terminou em 2008, aconteceu o inimaginado anos antes. As pessoas não queriam mais fazer parte da gestão. Talvez devido ao estresse causado no fim da gestão. E nisso foi chamado várias indicativos de eleições e nenhuma eleição era formada e era sempre adiado. Até que ao final do ano um grupo de calouros, como chapa única, foi eleito pelo voto dos estudantes. Que se saiba da passagem de 2008 para 2009 a chapa entregou o cargo e suas representações.


Que as futuras gerações de estudantes não perca o objetivo de lutar pelos interesses do curso e não faça com que novamente o Centro Acadêmico não perca seu poder político depois da luta de muitos que por anos fizeram por onde.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

MARIANA DA SILVA SOARES


Tigresa

Caetano Veloso

Composição: Caetano Veloso

Uma tigresa de unhas negras e íris cor de mel
Uma mulher, uma beleza que me aconteceu
Esfregando a pele de ouro marrom
Do seu corpo contra o meu
Me falou que o mal é bom e o bem cruel

Enquanto os pelos dessa deusa tremem ao vento ateu
Ela me conta sem certeza tudo o que viveu
Que gostava de política em mil novecentos e sessenta e seis
E hoje dança no Frenetic DancinÂ’ Days

Ela me conta que era atriz e trabalhou no Hair
Com alguns homens foi feliz com outros foi mulher
Que tem muito ódio no coração, que tem dado muito amor
E espalhado muito prazer e muita dor

Mas ela ao mesmo tempo diz que tudo vai mudar
Porque ela vai ser o que quis inventando um lugar
Onde a gente e a natureza feliz, vivam sempre em comunhão
E a tigresa possa mais do que o leão

As garras da felina me marcaram o coração
Mas as besteiras de menina que ela disse não
E eu corri pra o violão num lamento
E a manhã nasceu azul
Como é bom poder tocar um instrumento


EU VOU ME LEMBRAR DAQUELA CANÇÃO QUE DIZ...


AOS VETERANOS DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO DE 2004





























































Muitos não estão aqui (até por falta de registro fotográfico), mas estes aqui representam, o que foi (talvez) a melhor geração que já esteve presente (reunida) na Faculdade de Educação (se não, a mais clássica).


Estão aqui (na ordem): Dimitri,Tatu,Gabriela, Mônica, Ney, Aureliano, Heldher, Conrado, Chacrinha, Boi, Kromado.


Eu vou me lembrar daquela canção que diz...

Podes Crer

Cidade Negra

Composição: Da Gama / Bino Farias / Lazão / Toni Garrido

o que é, meu irmão
eu sei o que te agrada
e o que te dói, e o que te dói
é preciso estar tranqüilo
pra se olhar dentro do espelho
refletir
o que é?


seja você quem for
eu te conheço muito bem
e isso faz bem pra mim
isso faz bem pra vida
onde quer que vá
eu vou estar também
eu vou me lembrar
daquela canção que diz

parapapapa....

bendito
encontro
na vida
amigo

é tão forte quanto o vento quando sopra
tronco forte que não quebra, não entorta
podes crer, podes crer,
eu tô falando de amizade